Data: 19/11/2020 - Professora: Gilda Mendes - Disciplina: Ensino Religioso - Conteúdo: Conhecer-se a se mesmo

Bom dia queridos alunos!  Estamos passando por um momento nunca antes imaginável e mais do que nunca, não podemos, não devemos esquecer de Deus, é ele que irá nos salvar deste momento, então façam suas orações todos os dias, sem sessar. Não vamos perder a esperança, juntos somos mais fortes.






 Oração


"Pai nosso que estais nos céus
Santificado seja o vosso nome

Venha a nós o vosso reino
Seja feita a vossa vontade
Assim na terra como no céu

O pão nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai as nossa ofensas
Assim como nós perdoamos
A quem nos tem ofendido
E não nos deixeis cair em tentação
Mas livrai-nos do mal, amém"

CONHECER-SE A SE MESMO


 Relacionamento com os outros 
 Conhecer e aceitar minhas qualidades e as dos outros

 A Raça Humana Nós, os seres humanos, somos diferentes. Uns são do sexo masculino; outros, do feminino. Somos asiáticos, americanos, europeus, africanos, oceânicos; crianças, jovens, adultos ou anciãos. Temos ideias políticas diferentes e fomos educados em culturas diferentes. Apesar de todas essas diferenças, formamos uma só espécie: a raça humana. 

 A ratoeira

 Havia numa fazenda uma família de trabalhadores: pai, mãe e três filhos. Iniciavam seu dia bem cedo. Tiravam leite das vacas, faziam queijo, vendiam o leite. Iam para a lavoura de café, de milho; da horta produziam verduras viçosas. Preocupados com os ratos que estavam acabando com o milho no celeiro, foram comprar ratoeiras. À tarde, a caminhonete chegou. O filho mais velho que fora fazer as compras, mostrou tudo o que buscara e, abrindo um pacote, mostrou as ratoeiras. Logo foram prepará-las com iscas para atrair os ratos. Alvoroçada, a ratazana chefa correu a comunicar a todos os seus parentes a situação perigosa. Disseram: é melhor avisar a todos os animais. Vários roedores percorreram a fazenda avisando do ocorrido. A galinha ouviu e disse: “que é que eu tenho a ver com isso? Ratoeira não foi feita para pegar galinha!” Virou as costas e saiu batendo as asas e ciscando despreocupada. O rato mais velho, esperto chegou perto do porco que estava roncando no chiqueiro. Disse: “Porco, acorda! Tenho uma péssima notícia para você: Compraram ratoeiras e já as armaram para pegar a gente.” O porco mexeu as orelhas para cá e 34 pra lá. Grunhiu sonolento: “Ora rato velho, que é que eu tenho a ver com isso? Já viu porco cair em ratoeira?” E saiu fuçando os cantos. O rato falador foi dizer ao boi: “Boi, escuta!” Para se livrar do rato, o boi disse: “qual é agora a novidade que você inventou?” — Você não imagina o que os donos da fazenda arranjaram! — Que é que aconteceu seu rato inquieto, mugiu o boi babando verde. O rato continuou em disparada: “Eles compraram grandes ratoeiras para pegar a gente!” — Ora, rato fofoqueiro, que é que pode uma ratoeira contra minhas patas pesadas? À noitinha toda a família dos ratos se reuniu. Estavam tristes, desanimados e preocupados. Nenhum animal havia se incomodado com as ratoeiras. Morreriam de fome sem poder entrar no celeiro de milho, com as ratoeiras armadas, ou arriscariam suas vidas tentando não cair nelas. Já era bem tarde... As luzes da fazenda ainda estavam acesas. A família reunida na sala maior estava quieta, conversando baixinho. Foi quando se ouviu um estalo bem forte, como o de uma ratoeira desarmando. Vinha lá do celeiro. Todos se levantaram como num salto. Mas a senhora, mais ágil, saiu da sala correndo para o celeiro. Enquanto tentava acender a lamparina para ver o rato preso, levou uma forte picada na perna. A ratoeira pegara uma cobra, que agitada para se soltar viu a senhora se aproximar e feriu-a. Deu um grito de dor que ecoou pelo vale. O marido, que vinha logo atrás, deu uma machadada na cobra e a matou. Carregando a esposa, mandou o filho mais velho levá-la para a cidade. A senhora foi medicada. Precisou de repouso. O marido mandou matar a galinha, para com a canja gostosa levantar as forças da esposa. Mas não melhorava. Leva para um médico, para outro. Gastou dinheiro. Mandou matar o porco, para com a venda pagar o que devia. A senhora ficou boa. Veio toda a vizinhança para visitá-la. O marido, para atender a tanta gente, mandou matar o boi para dar de comer a todos. Moral da história: tudo o que interessa a alguém deve interessar a todos. O cristão verdadeiro se une aos problemas dos outros mesmo que talvez não lhe diga respeito.


 ATIVIDADES 


01. Quando acontece um fato importante em nossa vida, gostamos de contá-lo para que as pessoas participem de nossa alegria?
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02 O que o leva a contar o que acontece com você? 
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03.Leia as afirmações abaixo. 
Você concorda com elas? Justifique sua resposta. 

a) A ignorância da humanidade a respeito de si própria é causa de muitos males e desgraças. 
b) A viagem mais venturosa do homem é, com certeza, ao encontro de si mesmo para tornar-se mais humano... 
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Copiem as atividades tirem fotos e enviem para o meu privado, fiquem com deus e até a próxima aula.

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