Data:30/04/2020-Professora:Adriana Costa-Disciplina:Arte-Conteúdo: Conceito de ilustração e ilustração de poema

Ola pessoal!Espero encontrá-los com saúde e paz para juntos trabalharmos.Hoje vamos falar um pouco sobre ilustração de poema.Copie o texto abaixo no caderno de arte com cabeçalho e letra legível.


Ilustração é a ação e o efeito de ilustrar (desenhar, adornar). O termo permite fazer referência ao desenho, à estampa ou à gravação que adorna, documenta ou decora um livro. Por exemplo: “Este livro tem uma bonita ilustração de um unicórnio”, “As ilustrações do meu mais recente romance foram realizadas por uma artista francesa”. “Ando à procura de um livro que tenha ilustrações de animais para oferecer ao meu filho”.
verbo ilustrar também pode ser usado como sinônimo de proporcionar mais clareza ao entendimento: “Graças ao doutor, vamos ilustrar sobre epidemiologia”, “Vou ilustrar-vos sobre o assunto através desta conferência”.

Esta acepção do conceito está relacionada com a Ilustração enquanto movimento filosófico que surgiu no século XVIII e que se caracterizou por destacar o predomínio da razão. Ilustração é o nome que recebem este movimento e a época na qual se desenvolveu.
Os pensadores da Ilustração acreditavam que, através da razão humana, era possível lutar contra a ignorância e a superstição. A razão também ajudaria a acabar com as tiranias e a construir um mundo melhor.
Os líderes do movimento estavam convencidos de que eram escolhidos para educar o povo e para liderar as pessoas em prol de um novo tipo de sociedade. A Ilustração defendia que o Antigo Regime e o absolutismo em geral se aproveitavam da ignorância da população para estabelecer o domínio.
Convém destacar que o movimento era antropocêntrico (ao considerar o ser humano enquanto centro das ações), racionalista (a realidade limita-se à experiência a sensível) e pragmático (apenas é válido o que é útil).                        Veja com atenção o vídeo abaixo e a seguir copie o poema no caderno e ilustre-o.  




O Menino Azul – Cecília Meireles

O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
– de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)





                                                                                                                           

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